TEA - PSIQUIATRIA

Quando a tristeza e o cansaço nunca passam.

A depressão é uma condição de saúde mental que vai além de um período difícil. Ela afeta o humor, o sono, a energia e a capacidade de sentir prazer nas coisas do dia a dia. Com avaliação adequada, é possível entender o que está acontecendo e iniciar o tratamento certo.

Sobre o transtorno

ENTENDENDO A DEPRESSÃO

O Transtorno Depressivo é caracterizado por sentimentos persistentes de tristeza, perda de interesse em atividades cotidianas e uma série de sintomas físicos e cognitivos que interferem no funcionamento diário. Pode afetar qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero ou contexto de vida.

 

A depressão tem base neurobiológica. Alterações nos níveis de serotonina, norepinefrina e dopamina, além de mudanças em estruturas como o hipocampo e o córtex pré-frontal, estão entre os mecanismos mais estudados. Fatores genéticos, eventos estressantes e padrões de pensamento negativos também contribuem para o desenvolvimento do transtorno.

350 milhões

de pessoas de todas as idades são afetadas pela depressão no mundo, segundo a OMS

6%

da população brasileira vivencia episódios de depressão severa ao longo da vida

4 tipos principais

Depressão Maior, Distimia, Depressão Pós-Parto e Transtorno Bipolar, com apresentações distintas

SINTOMAS

Isso parece familiar?

Tristeza persistente, sensação de vazio ou desesperança na maior parte dos dias
Perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram agradáveis
Fadiga constante, mesmo após descanso adequado
Alterações no sono: insônia ou sono excessivo com dificuldade para acordar
Mudanças no apetite: redução ou aumento significativo, com variação de peso
Dificuldade para se concentrar, tomar decisões ou lembrar de informações
Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva e desproporcional
Irritabilidade ou frustração fácil, mesmo em situações pequenas
Redução de energia para realizar atividades do dia a dia
Isolamento social e afastamento de pessoas próximas
Queixas físicas sem causa médica aparente, como dores de cabeça e dores no corpo
Pensamentos recorrentes sobre morte ou ideação suicida

NOSSA ABORDAGEM

Uma avaliação que vai
além do óbvio

01

Entrevista clínica estruturada

Conversa detalhada sobre os sintomas atuais, há quanto tempo estão presentes e como afetam o funcionamento no trabalho, nos relacionamentos e nas atividades cotidianas.

02

Escalas padronizadas

Aplicação de instrumentos validados como o Inventário de Depressão de Beck (BDI) e a Escala de Hamilton para Depressão (HAM-D) para medir a gravidade dos sintomas.

03

Avaliação de comorbidades

A depressão frequentemente coexiste com ansiedade, transtornos alimentares e abuso de substâncias. Identificar essas condições é parte essencial da avaliação.

04

Histórico médico e familiar

Antecedentes pessoais e familiares, incluindo episódios anteriores e histórico de outros transtornos psiquiátricos, são considerados na composição do diagnóstico.

05

Plano de tratamento

Com base em tudo que foi avaliado, o psiquiatra indica as intervenções mais adequadas: medicação, psicoterapia ou uma combinação de abordagens.

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Nosso foco

Não buscamos apenas aliviar os sintomas. Buscamos entender o que está sustentando o sofrimento e construir um caminho de tratamento que faça sentido para você.

DÚVIDAS

Perguntas frequentes?

Depressão é fraqueza ou falta de força de vontade?
Não. A depressão é um transtorno com base neurobiológica. Ela envolve alterações reais no funcionamento do cérebro e não decorre de escolha, fraqueza ou falta de esforço. Assim como qualquer outra condição de saúde, ela tem causas identificáveis e tratamento eficaz.
Como diferenciar tristeza normal de depressão?
A tristeza é uma resposta natural a eventos difíceis e tende a passar com o tempo. Na depressão, os sintomas são persistentes por pelo menos duas semanas, aparecem sem necessariamente ter uma causa externa clara e causam prejuízo real no funcionamento cotidiano.
Depressão tem cura?
A depressão é tratável. Muitas pessoas alcançam remissão completa dos sintomas com o tratamento adequado. Em alguns casos, especialmente nas formas recorrentes, o acompanhamento continuado é importante para prevenir novos episódios.
Antidepressivos causam dependência?
Não. Antidepressivos não causam dependência química. O uso é feito por tempo determinado, conforme orientação do psiquiatra, e a retirada é feita de forma gradual para evitar desconfortos. A decisão sobre iniciar, manter ou encerrar a medicação é sempre tomada junto com o paciente.
É possível tratar depressão sem medicação?
Em casos leves a moderados, a psicoterapia pode ser suficiente. Em casos mais graves, a combinação de medicação e psicoterapia costuma ser a abordagem mais eficaz. O plano de tratamento é sempre individualizado, com base na avaliação clínica.