TEA - PSIQUIATRIA

O espectro autista é mais amplo do que você imagina.

O TEA se manifesta de formas muito diferentes em cada pessoa. Entender como ele funciona é o primeiro passo para buscar o suporte certo.

O que é o Transtorno do Espectro Autista?

ENTENDENDO O TRANSTORNO

O TEA é uma condição neurológica que afeta a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente e percebe o ambiente ao redor. Não existe um único perfil: o espectro é amplo, e cada pessoa vive o autismo de um jeito.

 

O diagnóstico não define limites. Ele abre caminho para o suporte certo.

1 em cada 54 crianças

recebe diagnóstico de TEA segundo a OMS

1,5 milhões

de brasileiros vivem no espectro autista, em todas as faixas etárias

7 em 10

pessoas com TEA têm ao menos uma comorbidade, como TDAH ou ansiedade.

SINTOMAS

Isso parece familiar?

Dificuldade para iniciar ou manter conversas
Pouco contato visual ou uso diferente de gestos
Dificuldade para entender expressões faciais e tom de voz
Linguagem muito formal para o contexto ou repetição de frases (ecolalia)
Movimentos repetitivos como balançar o corpo ou bater as mãos
Resistência intensa a mudanças na rotina ou no ambiente
Interesse muito intenso em tópicos específicos
Sensibilidade exagerada a sons, luzes, cheiros ou texturas
Desconforto com roupas, ambientes ou situações sociais imprevisíveis
Dificuldade em fazer amigos ou manter relacionamentos
Preferência por interações com regras claras e previsíveis
Reações que parecem exageradas ou ausentes a estímulos do ambiente

NOSSA ABORDAGEM

Uma avaliação que vai
além do óbvio

01

Entrevista clínica

Histórico de desenvolvimento, comportamento atual, vida escolar, familiar e social.

02

Escalas padronizadas

Uso de instrumentos internacionais como ADOS e ADI-R para mapeamento preciso do espectro.

03

Avaliação de comorbidades

TEA frequentemente coexiste com TDAH, ansiedade e dificuldades de aprendizado. Tudo é mapeado antes da conclusão.

04

Histórico médico e familiar

Fatores genéticos e antecedentes que influenciam diretamente o diagnóstico e o cuidado.

05

Plano de cuidado individualizado

Indicações terapêuticas, encaminhamentos e, quando necessário, farmacoterapia para comorbidades.

=

Nosso foco

Não buscamos um rótulo. Buscamos entender como essa pessoa funciona e o que vai fazer diferença na vida dela.

DÚVIDAS

Perguntas frequentes?

O TEA tem cura?
O TEA não tem cura porque não é uma doença a ser erradicada. É uma condição neurológica permanente. Com o suporte certo, muitas pessoas no espectro desenvolvem autonomia, habilidades sociais e qualidade de vida.
Adultos também podem ser diagnosticados com TEA?
Sim. Muitos adultos chegam ao consultório sem nunca ter recebido um diagnóstico, especialmente mulheres e pessoas de alta funcionalidade. O diagnóstico tardio ainda transforma vidas.
Como é feito o diagnóstico de TEA?
Por meio de avaliação clínica detalhada com psiquiatra. Não existe exame de sangue ou imagem que confirme o TEA. O diagnóstico é feito com base em entrevista, histórico de desenvolvimento e aplicação de escalas internacionais como ADOS e ADI-R.
O diagnóstico é feito em uma única consulta?
Não. A avaliação de TEA é um processo que envolve múltiplos encontros, aplicação de escalas e revisão cuidadosa do histórico. Pressa aqui compromete a precisão do diagnóstico.
TEA aparece junto com outros transtornos?
Sim, e é bastante comum. TDAH, ansiedade e dificuldades de aprendizado frequentemente coexistem com o TEA. Uma avaliação completa mapeia tudo o que está presente antes de qualquer conclusão.
Medicação faz parte do tratamento?
Depende. Não existe medicamento para o TEA em si. Mas quando há comorbidades como ansiedade, TDAH ou irritabilidade intensa, a farmacoterapia pode ajudar e muito. Isso é avaliado caso a caso.
O atendimento pode ser online?
Sim. Atendemos online para todo o Brasil e presencialmente no Rio de Janeiro e Uberlândia. A qualidade do atendimento e do diagnóstico é a mesma em ambas as modalidades.